Hoje posso dizer que Paris tornou-se para mim
uma cidade familiar. Mas nem sempre foi assim.
Cheguei lá pela primeira vez em 1969 e, distraído,
fui ficando. Mas neste período praticamente não a fotografei... ...Na verdade, acho que estava fugindo da “ameaça” dos grandes clichês: Tour Eiffel, Arc du Triomphe, Champs Elysées, Montmartre...No entanto, agora é diferente. Tive a tranqüilidade necessária para observar e fotografar as pessoas caminhando nas ruas ou sentadas em um café, o imigrante vendedor de souvenirs, a beleza da arquitetura das igrejas...
Cristiano Mascaro